quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Eu sinceramente, não devia.

"Eu me acostumei com a sua presença, mais não devia. Eu me acostumei com seus atos e não devia, eu me acostumei á receber mensagens suas e ser mimada por você, me acostumei a levar na brincadeira coisas serias e levar serio algumas brincadeiras mais não devia. Me acostumei a cada beijo dar aquela mordida, me acostumei a sair com você pra dançar sem se quer se preocupar se vou levar esporro quando eu chegar em casa ou não. Eu abri mão de muitas coisas, mais não devia. Eu aprendi a olhar, aprendi á ver mais você, a observar mais você. Comecei a fazer coisas pra você e por você, esqueci mais de mim. Optei por lembrar de você, colocar você no pedestal, sempre em primeiro plano mais eu não devia. Me acostumei com seus sorrisos, com seus abraços, seus beijos, suas caricias, seus costumes, seus defeitos, seus modos, seus gostos, seu estilo, seu ritmo de vida, suas palavras, com seu jeito durão, e mais uma vez eu não devia me acostumar. Agora eu não me acostumei em te ver sem sentir seus braços me acariciando, sem sentir suas mãos nas minhas. Eu não me acostumo de pensar na possibilidade que você poderá estar com outra e, nem pensar como tudo acabou. Não me acostumei e nem acredito como as coisas chegaram a esse nível e, porque ainda sinto tanto sua falta, sendo que te vejo quase todos os dias, mais nós dois sabemos que não é a mesma coisa, que a liberdade de brincadeiras foram cortadas, que a liberdade e o costume de chamar de "mô" pode até ser admitida, mais é falada de uma forma diferente. Como tudo pode mudar? Como eu me acostumei com tantas coisas pra poder fazer tudo do seu jeito, mais não me acostumo por tudo está como está? E se eu não me acostumar? E se eu continuar com essa vontade de querer mandar o dane-se e nem ligar pros outros? E se eu tipo cagar e andar em relação a isso? E se eu me tornar uma pessoa desprezível? Sem sentir confiança em ninguém? Assim vou chegar a um ponto de loucura. Eu fico ouvindo uma certa musica e eu vejo nos dois nela. A letra é a nossa cara, desde então eu não paro de ouvi-la. Nossa, como está sendo difícil, nunca pensei que chegaria a esse ponto. Tudo está errado, nada está como eu desejava que estivesse. Agora poderíamos estar vendo um filme, poderíamos estar conversando deitados na sua cama, com seus braços envolvendo meu corpo no seu e ao decorrer do tempo minha perna subia automaticamente para sua cintura, como de costume. Eu sinto sua falta, confesso! Aliás, eu iria mentir pra que? Falar é fácil, difícil é se por no meu lugar, e agir da forma como
eu estou agindo, é complicado sim. E pra quem não passou por isso que atire a primeira pedra. Não sei o que fazer para tudo mudar, não sei se tudo um dia ainda pode mudar, não sei se tudo será como era antes... se não for, posso confessar? Vou sentir muito, vou lamentar muito." Por: Wagna Keila

Nenhum comentário:

Postar um comentário